domingo, 13 de setembro de 2009

Rituais de evocaçao e invocaçao de um vampiro

Lembre-se sempre, o segredo para se tornar um(a) vampiro(a) está em através de alguma magia prender sua alma em seu corpo para mantê-lo vivo...

Na magia ritual não existe nada pre determinado você pode fazer como desejar entào aqui eu so vou listar os passos basicos cabe a você aprender sobre magia ritualista e preparar o ritual.

Primeira Parte:

Obviamente você deve ser preparar para esse ritual
...Ele é um pouco parecido com o ritual da Temple of the Vampire...

Em primeiro lugar você deve procurar em obras antigas saber um pouco mais sobre os espíritos que irá evocar... E você deve ter em mente que, o fato de você fazer uma evocação e o espírito chamado não aparecer, não quer dizer que ele não esteja lá...

Primeiramente marque um dia em que você achar melhor para fazer o ritual e até lá se prepare abstendo-se de sexo e carnes... por no mínimo uns três dias...

Segunda Parte:
No dia marcado, levante cedo e vá dar uma volta... pense bastante em sua decisão, a decisão de chamar um vampiro para te transformar... Pense bem, pois uma vez executado o ritual , não há mais volta... e um dia, mais cedo ou mais tarde... Você será totalmente transformado...

Mas, o que importa é que no dia marcado, num horário em que ninguém possa te atrapalhar, de preferência à meia-noite, vá a um lugar deserto... uma mata é o ideal...

Trace um círculo no chão com giz, você pode se utilizar de qualquer panteão para fazer o ritual, o mais importante são a sua vontade e o espírito a ser chamado...

De preferência, após completar o círculo, faça um ritual de banimento qualquer... como o Ritual menor do pentagrama ou o Rubi Estrela...

Terceira Parte:
Feito o círculo e o ritual de banimento, sente-se e concentre-se... e utilizando de uma fórmula que lhe agrade evoque o espírito... ordene que o mesmo apareça. Como eu disse antes, se ele não aparecer, não se preocupe... ele estará ao seu lado quando for chamado... procure senti-lo próximo a você...

Neste momento expresse o seu desejo em palavras claras e objetivas..

Fique um momento meditando sobre o seu pedido... e se achar que deve... faça um pequeno corte em sua mão... e ofereça ao espírito...

Encerre o ritual e dispense o espírito agradecendo por ele ter atendido ao seu chamado...Já disse, você pode e deve encerrar o ritual da forma que mais lhe agrada..
. só estou dando aqui os passos básicos, pois quem fará o ritual na verdade é você...

Os nomes a serem chamados:Esses são os nomes a serem chamados pelo evocador...
VASSAGO \ORNIAS\LILITH\ASTAROTH

Os nomes acima são só alguns dos demônios que também são vampiros, existem muitos outrso, mas cabe a você descobri-los e chamá-los...Mas... lembre-se... uma vez tendo realizado a evocação, coisas começarão a acontecer...

Talvez você seja surpreendido no meio da noite por pesadelos, aparições estranhas... Se coisas desse tipo ou outras coisas estranhas começarem a acontecer com você, como você se sentir sempre sendo observado, por exemplo... então significa que o espírito atendeu ao seu chamado e iniciou a transformação....Você também pode tentar fixar um contato com um vampiro de verdade já transformado, para que ele mesmo o guie em seu despertar, e isso pode ser feita de várias maneiras...

A era dos Vampiros

Como vimos, o vampirismo é uma lenda presente desde tempos remotos e em diversas regiões, no entanto, no século XVIII assistimos a uma verdadeira avalanche de casos e histórias, quase todas oriundas da Europa Oriental, que colocou em polvorosa a opinião pública e despertou a curiosidade e o espanto de filósofos, religiosos e autoridades governamentais.

Conhecido como o século das luzes, foi uma época em que o saber e a ciência davam passos consideráveis. Pensava-se que a razão tudo explicaria, e que crenças e supertições seriam coisas do passado. Por outro lado, as seitas místicas e esotéricas também aumentavam, o que fazia desta época, um tempo de contradições. Jornais franceses desta época chegaram a estampar reportagens sobre impressionantes histórias, que fazia do vampirismo um assunto dos mais destacados.

Conta-se que neste tempo, em muitas regiões da Europa Oriental o vampirismo tornou-se uma verdadeira praga, atingindo dezenas de jovens, velhos, crianças e até mesmo animais. Por esta época, segundo as narrativas, hordas de mortos-vivos assombravam de forma horripilante vilas e aldeias, fala-se que a volúpia destes espectros era tamanha que seus cadáveres eram encontrados nadando em sangue por suas sepulturas. Diante tal realidade, as autoridades passaram a encarar o vampirismo, na medida em que tratava-se de uma epidemia incontrolável, segundo muitos relatos. Para se Ter uma idéia, conta-se que soberanos húngaros, chegaram a determinar a formação de comissões para estudar o fenômeno, considerado uma praga que colocava em risco o poder do estado e das autoridades constituídas. Neste tempo, chegou-se a determinar a incineração, decapitação e perfuração dos corações de todos os cadáveres de cemitérios, onde por ventura habitassem um ou mais vampiros, na medida em que supunha-se que o vírus do vampir poderia inclusive atingir os mortos que ali jaziam. Fala-se que nesta época, fogueiras ardiam por muito tempo incinerando diversos cadáveres suspeitos de vampirismo, e que durante estes grandes rituais de incineração, todos os animais que se encontrassem na proximidades também eram queimados, pois acreditava-se que os vampiros poderiam encarnar em alguns deles, escapando assim da destruição definitiva.

"Se há no mundo uma história provada, é a dos Vampiros..." Jean JacquesRousseau, Carta ao Arcebispo de Paris

"Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, de magistrados. A prova jurídica é a mais completa. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros ?..." Jean Jacques Rosseau, Carta ao Arcebispo de Paris

"Em certas regiões da Morávia, era muito comum homens mortos aparecerem na companhia dos vivos." D. Calmet, Dissertation sur les Revenants, Vampires, de Hongrie, Bohême et Moravie, III

''As almas, possuídas por uma força estígia, voltam às vezes para cadáveresque tinham abandonado, e então, como se estivessem ressuscitadas, cumpremações horríveis..." H. C. Agrippa, A filosofia Oculta, Livro III, 41. ''

Vampirismo-Sedutora morbida

Duas obras publicadas em 1847 exerceram notável influência sobre Stoker: Varney, o Vampiro, ou O Banquete Sangrento de Thomas Presket Prest, cujo protagonista é um precursor do Conde Drácula; e Carmilla, do irlandês Sheridan Le Fanu (1814-1873), romance gótico dotado de leveza e sensualidade, que expõe o lesbianismo da jovem Laura, que se deixa seduzir por Carmilla, uma vampira. Também O Vampiro (1819), traria elementos a Stoker. A obra, publicada pelo médico John Polidori, precipitou o fim de sua amizade com Lord Byron, que se disse traído, alegando que a trama baseava-se em idéias que eram suas.O novelista visitou ainda as prisões inglesas e entrevistou autênticos bebedores de sangue, ligados a seitas satanistas e que, curiosamente por essa época, acabavam de ser detidos. Estes alegavam precisar de sangue para sobreviver. Famoso também é o caso do francês Henri Blot, processado em 1886 por violação de sepulturas e necrofilia.Preso aos 26 anos, Blot era um rapaz magro e melancólico, com profundas olheiras e pele citrina, cuja fisionomia recordava as aves noturnas. Em 25 de março violara o cadáver da bailarina Fernanda Méry, morta aos 18 anos, na noite seguinte ao dia do enterro. Ao repetir o feito em 12 de junho, após copular com outra jovem recém-falecida e beber seu sangue, dormiu ao lado do cadáver, sendo preso na aurora, ainda no cemitério. Cumpriu dois anos de cadeia por isso. Interrogado pelo juiz, defendeu-se gritando feito louco: "Que querem que eu faça? Não me compreendem? Preciso de sangue e há gostos para tudo."Caso célebre semelhante é o do inglês John Haigh (1909-1949), condenado à forca, que se encontra classificado no Museu de Cera de Madame Tussaud, em Amsterdã, como "o vampiro de Londres". Entre 1944 e 1949, Haigh assassinou com premeditado requinte várias pessoas para delas sorver seu sangue. Primeiramente, atraía as vítimas para suas armadilhas; consumado o crime, desintegrava depois os cadáveres em ácido sulfúrico. Nos tribunais revelou que desde jovem mutilava os dedos da mão para sugar o próprio sangue, e que certa vez mordera os lábios de uma namorada só para experimentar sua ferida.Mais recentemente, em 1991, a justiça australiana de Brisbane condenou Tracey Wigginton, de 25 anos, à prisão perpétua, acusada de participar ao lado de outras três amigas de um ritual satânico no qual ela assassinou Edward baldock, de 47 anos, para que todos bebessem seu sangue. No Brasil, em maio do mesmo ano, o lavrador Roberto Carlos de Lima, 27 anos, foi preso em Anápolis (GO) após morder o pescoço de Vanda Lima, sua esposa, "para beber seu sangue". Antes de ser detido, Lima tentou morder o pescoço de várias pessoas em seu bairro, e defendeu-se explicando que "incorpora espíritos malignos que o transformam em vampiro".O geneticista bioquímico Dr. David H. Dolphin, da Universidade de British Columbia, de Vancouver, foi um dos primeiros a propor uma explicação científica para o vampirismo. Em maio de 1985 apresentou sua tese à Sociedade Americana para o Desenvolvimento da Ciência, revelando ter encontrado nas florestas da Europa medieval a origem dos ritos de "transfusão" de sangue, nos quais seus praticantes, em sua maioria, diz ele, sofriam de um raro tipo de anemia conhecido por protoporfiria eritropoiética.A doença é determinada por uma disfunção metabólica do grupamento heme da molécula de hemoglobina, parte dela responsável pelo carreamento do ferro pelo sangue. Os acometidos pelo mal, devido à anemia, apresentam pele pálida bastante sensível ao sol, também fotofobia, fatores esses que os levam a assumir hábitos noturnos. Ocorre ainda atrofia das gengivas que, por contraste, ressalta o tamanho dos dentes, e a chamada pagofagia, ou perversão do apetite, sintoma comum entre os anêmicos, que passam a se interessar por comer terra, barro, pó de café, chupar gelo etc... Muitos podem mesmo sentir prazer em beber sangue, posto que por meio dessa "transfusão natural" aliviam seu mal-estar. Ademais, a doença acomete mais aos alcóolatras; e posso concordar, some-se a isso tudo uma perversão de caráter, um distúrbio de personalidade, ou mesmo um surto psicótico, e tais indivíduos poderiam mesmo atacar suas vítimas para mordê-las ou chupar seu sangue.A propósito, a norte-americana Cayne Presley, moradora de El Paso, em agosto de 1996, aos 38 anos de idade, admitiu ser vampira desde os nove. "Não mato ninguém", diz ela, "nossa espécie de 8 mil viciados em sangue, comunica-se pela Internet, e teríamos má reputação se saíssemos por aí matando; seria estupidez matar nossa fonte de alimento". Cayne trabalha à noite como segurança e diz ter muitos amigos que a compreendem, que se deixam picar nos dedos e nas veias para que ela sugue o precioso fluido. Às vezes, propõe trocar sexo por sangue, diz consumir meio litro ao dia, e complementa sua dieta com sangue de vaca sempre que a oferta é insuficiente.Metaforicamente, é possível identificar o vampirismo em muitas das relações humanas sob a forma do que bem poderíamos chamar de "parasitismo psíquico"; afinal, quem não conhece aquele tipo de pessoa que, conscientemente ou não, parece nos sugar a seiva anímica; que de nós exige esforços e atenção tão obsessivamente marcados a ponto de exaurir nossa energia? O leitor que aprenda a se cuidar! Às vezes é preciso, dentro dessa mesma alegoria, enrolar réstias de alho no pescoço e ter força o bastante para saber dizer sonoro não a quem tanto solicita. A propósito, a solidariedade só é justa quando, por causa dela, não comprometemos as reais necessidades de nosso original caminho.Mas nem tudo são trevas no mundo vampiresco. O mito mantém-se vivo e se renova através das artes; o cinema, o teatro, a música e a literatura exploram as nuances dessa maldição que se perpetua por suas tantas sutilezas. Afinal, por que nos seduz tanto o vampiro? Ora, ele encarna a possibilidade que não temos; ainda que fadado a vagar nas sombras, sua mordida é um convite para a imortalidade. Bem sabemos ser a morte nossa única certeza; e a angústia disso decorrente nos perturba a existência. Mas o vampiro também sofre a condição de morto-vivo atormentado, e só sobrevive nas trevas à custa do sangue de suas vítimas. Aceitar estar com ele pelo simples desejo de alcançar a vida eterna é temerário, apenas experimentaríamos o outro lado de nossa frágil condição existencial. Essa estranha relação vampiro/vítima só se resolve na perfeita simbiose, desde que o vampiro possua alma nobre e respeite sua vítima. A propósito, o verdadeiro vampiro só entra em nossas casas (almas) quando convidado a fazê-lo. Se, por um lado, o vampiro nos oferece uma saída para o drama da angústia vital, por sua vez precisa redimir-se de sua maldição, e só poderá resolvê-la se contar com a total ajuda e entrega de sua vítima. Traduzindo, sua salvação reside na esperança de ser compreendido e de receber o amor de que tanto carece. Sejamos bem claros: o vampiro é a versão gótica e adulta da história A Bela e a Fera.Mas, para que minha consciência continue vivendo em paz, não poderia encerrar esse artigo sem cumprir minha promessa feita a um de meus antepassados, poeta e vampiro que, em troca desse seu capricho, concedeu-me entrevistas (eles adoram ser entrevistados) para que eu escrevesse esse texto. Conforme me pediu, encerro a matéria com seus versos decassílabos heróicos de um soneto escrito à moda gótica, Sedutora Mordida:Na escura noite exalto-me à procuraDa essência em mim vertida em palidezPercorro extensas sombras de amarguraMesclando minha vida à morbidez.Quero sorver, sugar de uma só vezO sangue do pescoço da ternuraRomper com os ditames da censuraE expor a minha pele à tua tez.Procuro uma abertura em tua janela;Permite ser a vítima escolhida...Pretendo penetrar por dentro dela,Tão suave quanto a brisa que respiro;Sutil como o mistério morte-vida,Desejo ser pra sempre o teu Vampiro !

ritual da Lilith

1 - O nome Lilith vem, provavelmente, da Suméria e significa: "aquela que seapoderou da Luz".Originalmente, Lilith tinha um só aspecto, "a terrível Deusa-Mãe". No desenrolar da evolução do mito, ela conservou dois aspectos singulares:. Como uma prostituta divina, ela tenta seduzir todos os homens;. E, como a terrível mãe, ela ambiciona prejudicar mulheres grávidas.Estes dois aspectos de Lilith são encontrados nas escrituras babilônicas como personificações de Camaschtu e Ishtar. Nos textos mágicos aramaicos ela aparece como um demônio, que causa tanto doenças corporais, esterilidade, aborto, como também perturbação psíquica.Dizem que ela não só aparece em sonhos e visões como, também, os provoca. Dos Códigos Antigos do Sacerdócio (Gênesis) consta que Lilith foi a primeira mulher de Adão. Deus criou Lilith, assim como Adão, do barro. Surge, assim,uma briga entre os dois, porque Lilith, no "movimento conjugal", não queria se deitar por baixo. Lilith se referia à criação com o mesmo barro e desejava igualdade de direitos. Como Adão não conseguia aceitar que Lilithse deitasse por cima, ela o abandona e atrai para si de volta o Mar Vermelho (Deus, então, cria para Adão uma mulher dócil - Eva. Pois ela é somente uma costela, para não poder se rebelar.). Podemos chamar Lilith para abortar crianças indesejadas. Para fazer correr desde aquele vizinho inoportuno, indesejável (não é à toa que um dos seusnomes é "a estranguladora"). Mas, também podemos chamá-la para nos ajudar a quebrar tabus ou nos livrar de nossos próprios padrões, conceitos e preconceitos.

II - Ritual:RGP ( Banimento).O templo é iluminado por uma vela. A Sacerdotisa, que está com o corpo pintado de preto, fica de cócoras no meio da sala. Os participantes entram nus e, um a um, no templo. Ao fundo um monótono tamborilar. Os participantes sentam em círculo em volta da Sacerdotisa.

Estabelecimento de Intenção:

"É nosso desejo, nos libertar de nossos preconceitos em relação à nossa conduta sexual."A música ressoa (de preferência: "Diamanda Galás - Deliver me from mine enemies") e as invocações passam a ser entoadas. Enquanto os participantes entoam um mantra, visualizam a sacerdotisa como Lilith ( ela é uma Deusa com duas grandes asas e enormes pés de aves comgarras para agarrar as presas).Para os mantras, os participantes são divididos em dois grupos:

Mantra l: KISIKIL LILAKE.Mantra 2: KISIKIL UDDAKARA( Os mantras são entoados alternadamente.).

Quando a Sacerdotisa incorpora, ela se levanta e começa a dançar. Em algum momento ela grita alto e os participantes encerram os mantras.Invocação Enochiana.Após, a música recomeça e a Sacerdotisa busca um participante para dançar dentro do círculo. Cada participante joga uma pedra, como sacrifício para aDeusa, em um alguidar com um líquido vermelho e, então, outro participante entra no círculo. Os participantes dançam e carregam o Sacramento. Separam-se.

Agradecimento e RGP ( Banimento).Invocação l :Terrível ela é, impetuosa ela é, ela é uma Deusa, horrível ela é. Seus pés são como dos pássaros, seus cabelos são soltos, suas mamas são desnudas. Suas mãos estão em carne e sangue. Deusa Negra, preto sobre preto. Sangue ela irá comer, sangue ela irá beber. Como um boi irá bramir, como umurso irá resmungar, como um lobo irá esmagar.

Invocação 2 :Negra ela é, mas bela!Seus lábios são vermelhos como a Rosa, mais doce que toda a doçura do mundo. Ela é a prostituta Lilith, ela que na escuridão voou do deserto para cá, para seduzir as pessoas. Ela é a causadora de sonhos e visões prazerosas. Uma prostituta ela é! Ela é a primeira Eva, a Deusa que combate à frente com revoluções pela liberdade. Ela é KI-SIKIL-LIL-LA-KE, uma menina permanentemente gritante!

Lilith - Invocação em linguagem lunar :OMARI TESSALA MARAX,TESSALA DODI PHORNEPAX.AMRI RADARA POLIAXARMANA PILIU.AMRI RADARA PILIU SON,MARI NARYA BARBITONMADARA ANAPHAX SARPEDONANDALA HRILIU.

Invocação Enochiana :OL GOHEEu invocoDO AO IP KI-SIKIL-UD-KAR-RAo nome de Ki-Sikil-Ud-Kar-RaDAS I VAMAD BABALON BABALONDaquela que é chamada de prostituta perversaPI GIU EORS CORAXOela é mais forte do que mil trovõesPA MAZABA VAPAAH VOUINAela vem com asas de dragãoI TOLTORGIe com todas as suas criaturasBUTMONI PARM ZUMVAIde suas bocas jorra sanguePA BAHAL CINILAela chora sangue em alta vozEOLIS OLLAG ORSABAfazendo os homens ficarem inebriadosOD GOHIA CICELES TELOCHIdizendo os mistérios da morte eMALPIRGAYaumentando a chama da vida.MAZABA LILITH !Venha Lilith!ZAMRAN LILITH !Apareça Lilith!

O Ritual de Nosferatu

Um Trabalho de Auto-Criação -Este ritual é baseado em certas tradições de Magia Negra da Romênia, que,segundo a lenda, haveriam sido legadas aos seguidores de Vlad Dracul, queasteria recebido do Príncipe das Trevas.Diz a lenda que Vlad, um Cristão revoltado contra as mentiras da Igreja,escolheu identificar-se com o Diabo. Este ritual se baseia nas conexõesentre vampiros e o Príncipe das Trevas.O "Self" na tradição dos VampirosO conceito de "Self" nas tradições vampirescas é geralmente o de"não-morto", com suas conotações de imortalidade e Segredo da vida e morte.Vampiros freqüentemente possuem poderes físicos e mentais supra-normais,além de um certo gosto excêntrico.A imortalidade é freqüentemente confundida com a recusa de morrer. OVampiro/Magista escolhe viver completa e intensamente esta vida, e nãopermitir que a sua consciência se desintegre após a sua morte física. Estasobrevivência da consciência não depende de símbolos mágicos, nomes ouparticipação em diversos rituais. Depende apenas do reconhecimento dopróprio "Self" e da vontade de continuar a existir, o que ou onde quer queseja.O Sangue é muito importante nas tradições de Vampiros. Hoje, é visto comosimbólico. Por exemplo, a Ordem do Vampiro, do Templo de Set, não vêsignificado no consumo ou no escorrimento de sangue.O sangue simboliza "Vida". O Mago Negro Vampiro é, portanto, visto como ummagista que deseja e pratica a mais alta Vida, enquanto reconhece asenergias da Besta interior - as energias primevas da Licantropia e damutação, que formam outro aspecto da magia dos Vampiros.O ritual que se segue simboliza um despertar solitário e isolado para umestado Vampiresco, e uma auto-iniciação ao Caminho da Mão-Esquerda. É umritual que pode ser adaptado ou alterado conforme as circunstâncias ou ainspiração de cada um. Como em todo ritual mágico, cada um deve assumir seupróprio risco, já sabendo que uma prática como esta não é adequada aosinstáveis ou imaturos.0 - PreparativoRobe negro.Vela negra.Sino.Cálice com líquido avermelhado.Um local em que você não seja perturbado. Uma câmara escura, ou pintada oucoberta em preto ou similar (ex: azul muito escuro). Ou uma florestaafastada. A escolha é sua.Vestimenta: o ideal é o robe negro. A idéia é que você se torne o própriomodelo de vampiro que existe na sua mente. Preste atenção em cada um dosseus sentidos: perfume, vestimenta, música, oferendas.Dê nove badaladas no sino. Nove, nas tradições de Magia Negra, simboliza aevolução dinâmica até a perfeição.Acenda a chama negra.I - Invocatio"Nesta noite negra, eu me torno um Vampiro: um mestre da vida e da morte.Eu acendo a Chama Negra em honra ao Príncipe das Trevas, e me torno oVampiro que minha mente cria, ardendo em paixões na perseguição de tudo o>que eu desejo.>Eu abandono as restrições do Caminho da Mão Direita, e com Vontade eu me>dedico a controlar o meu próprio destino. Eu agora encaro os testes e astribulações do Caminho da Mão Esquerda!Eu me encho de Poder com a Essência do Vampiro: ser invisível, mesmo sob odia escaldante; saber quando ser silencioso, e quando orar; saber explorarpor completo minha psiche!Eu me desfaço desta maldição! Eu, o Vampiro (__nome__,) percorro o Caminhoda Mão Esquerda, e a minha Vontade é impenetrável!Eu honro o Sangue, que é a minha Vida, e me torno mais do que fumaça esombras.Abram-se os Portais do Inferno! Diante da nobre presença do Senhor Negro,euproclamo o Juramento que me torna um Vampiro, juro ser verdadeiro para commeu próprio Ser e meu Caminho escolhidoSalve, Vampiro! Salve, Senhor das Trevas!"II - Graal NigrumO Cálice é o Graal Negro, ou a Taça Herética: a que é sempre buscada, masraramente encontrada.O Graal deve estar cheio de líquido vermelho, simbolizando o sangue, comosuco de tomate, frutas vermelhas ou vinho (mas NÃO sangue). Sangria é umótimo elixir!Enquanto bebe o elixir, visualize-se apoderando-se dos Poderes das Trevas.Você está comungando da sua própria essência e do Vampiro que é parte dadivindade que há em seu interior.III - Fechando os Portais do InfernoFeche o ritual tocando novamente o sino, nove vezes.IV - O despertarAgora, iniciado nos mistérios dos Vampiros, você pode ver o mundo com olhosdiferentes.Após o primeiro ritual, você poderá ter algumas intuições sobre a naturezadessa magia e do seu controle sobre ela, e de como moldar o seu destino.Contudo, alguma prática pode ser necessária.Algumas pessoas podem apenas se sentir tolas, por estarem se prestando aessa tarefa, ou mesmo entediadas. Para essas pessoas, desejamos uma vida feliz e temos certeza de que terão a vida que merecem.

Ritual da lua escura

RITUAL DA LUA ESCURAEsta meditação ritual de limpeza e renovação deve ser executada durante a Lua Nova, quando não houver nem o menor sinal de luz à mostra. Para um melhor resultado, aconselha-se repeti-la por três noites seguidas. Para certificar-se de que esteja realizando o ritual no período certo, consulte e inicie na noite de Lua Nova.Você precisará de uma vela preta num suporte; incenso de PATCHOULI; uma túnica com capuz preta ou de cor escura, ou ao menos uma grande toalha ou manto escuro para cobrir sua cabeça. Selecione música NEW AGE, mas ao mesmo tempo agradável de se ouvir; música que o ajude a mergulhar profundamente dentro de si. Se souber usar o som de um tambor para atingir os recantos mais profundos da meditação, poderá utilizar um tambor ou uma gravação.

No dia deste ritual, faça refeições leves e esteja atento às suas emoções. Tome um banho purificante e vista-se com a túnica escura. Evite conversar com alguém no período entre o banho e o início do ritual. Como passará algum tempo meditando, traga uma cadeira confortável ou almofadas para sentar-se perante seu altar.Acenda o incenso e leve-o por toda a sala no sentido anti-horário, ou contra o Sol, marca o caminho da Lua Nova, a espiral descendente em direção ao caldeirão do renascimento, o desfazer da matéria formada para que possa ser remodelada em uma nova forma. Coloque o incenso sobre o altar após terminar.

Acenda a vela preta e leve-a ao redor da sala, também no sentido anti-horário. Recoloque-a no altar. Apague as luzes, deixando apenas a vela como fonte de iluminação. Sente-se diante do altar e cubra a cabeça com o capuz ou manto de modo que a maior parte da sala lhe permaneça oculta. Não enrole nada ao redor do seu rosto, pois isso restringirá sua respiração, o que é pouco recomendável.Inicie a música ou comece a tocar o tambor. Feche os olhos, e permita que seus pensamentos afundem no âmago do seu ser. Relaxe seu corpo. Não se esforce para alcançar seus caminhos internos, mas relaxe e permita que seus pensamentos mergulhem na escuridão interior.

Visualize-se em pé dentro UM TÚNEL mal iluminado cavado na rocha viva. A trilha pela qual segue está gasta pelos pés dos outros que o antecederam. As paredes são ásperas e lâmpadas as iluminam a intervalos regulares. Você ouve vozes cantando à distância e move-se naquela direção.Após muitas curvas e voltas no túnel, você se encontra à entrada de uma vasta caverna. O teto e as paredes distantes estão ocultas pelas sombras. No centro da caverna, um enorme caldeirão, com longas velas alinhadas numa trilha conduzindo a ele. Atrás do caldeirão há um trono, esculpido em rocha negra cintilante. Sentada neste trono, uma figura silenciosa trajando uma túnica preta, o rosto oculto pelo capuz. Suas mãos pálidas seguram uma brilhante espada. Um movimento de uma das mãos indica que você deve se aproximar.Você caminha por entre as fileiras de velas até alcançar o caldeirão. A figura diante de você se ergue e puxa o capuz, revelando o forte rosto. Ondas de imenso poder emanam desta deidade. Os olhos são fundos poços de escuridão capazes de ver o seu verdadeiro eu. Nada pode ser ocultado dessa deidade da Lua Nova.Quando for questionado, e decerto o será, você poderá explicar o porquê de sua vinda a este recanto, perante esta poderosa deidade. Explique exatamente o que deseja que seja alterado na sua vida, o que lhe causa insatisfação ou tristeza no estado atual das coisas. Mas não explique como deseja que as mudanças ocorram! Esteja preparado para aceitar quaisquer mudanças que a deidade de Lua Nova apresente.

Preste muita atenção a qualquer coisa que lhe seja dita. Pode ser que lhe peça para entrar no caldeirão. Esta é uma experiência espiritual fortíssima, portanto certifique-se de que está preparado para enfrentá-la. A experiência do caldeirão varia de indivíduo para indivíduo e é extremamente pessoal. Se decidir entrar no caldeirão, a deidade da Lua Nova provavelmente tocará seu coração com a espada, tomará sua mão para lhe ajudar a entrar no caldeirão, e em seguida o ajudará a sair.O que cada pessoa experimenta no caldeirão é completamente diferente. Pode passar por uma iniciação, ter visões do futuro e/ou até mesmo ver seu corpo físico ser destruído até os ossos para em seguida ser reconstruído. Pode reviver velhas experiências, numa exibição forçada para que veja os erros que cometeu e evite cometê-los novamente no futuro. Algumas experiências, como a perda de pessoas e animais queridos, podem ser extremamente emocionais, mas são necessárias. Na maioria das vezes, a sensação de perda é seguida por contato com a pessoa ou animal amado, para mostrar que nada é totalmente destruído ou perdido.Quando sair do caldeirão e estiver novamente em pé na caverna, diante da deidade da Lua Nova, pode ser apresentado a símbolos ou objetos que terão um significado especial para você. Alguns destes símbolos podem parecer obscuros nessa ocasião, tanto no seu sentido quanto na sua imagem. Apenas aceite-os. A explicação virá mais tarde.No final, a deidade da Lua Nova, o saúda com a espada cintilante você se sente espiralando através da escuridão, voltando à consciência física. Você provavelmente estará respirando profundamente quando retornara este mundo. As vibrações do reino da Lua Nova são muito diferentes das do plano existencial. Pode ser até que se sinta um tanto desorientado por algum tempo.Abaixe o seu capuz ou manto e olhe ao redor da sala. Pode ser que sinta a presença de (ou até mesmo veja) seres sobrenaturais que aqui estão para auxilia-lo a assimilar o que viu e aprendeu. Permaneça sentado por algum tempo, refletindo sobre suas experiências. Agradeça à deidade da Lua Nova por sua ajuda.Preste muita atenção a seus sonhos durante o resto deste período da Lua, particularmente até a próxima Lua Cheia. É uma boa idéia escrever todos os detalhes de seus sonhos dos quais possa se lembrar, uma vez que mensagens através de sonhos vêm na forma de símbolos. Poucos sonhos, como os proféticos, são literais.Acima de tudo, você deve estar preparado para aceitar e seguir as mudanças que ocorrerão em sua vida. As deidades da Lua Nova destroem e reformam energias, vidas e objetivos. É impossível crescer se não permitimos mudanças. Uma vez que nós humanos tememos e rejeitamos mudanças, as deidades da Lua Nova normalmente operam drásticas cirurgias espirituais para nos trazer de volta à nossa trilha. É preferível pedir por mudanças e desejar trilha-las do que ter que aceita-las impostas a nós. A recusa e a teimosia apenas tornam as transições necessárias ainda mais dolorosas.Após ter efetuado várias jornadas interiores para comungar com a deidade da Lua Nova, você se entenderá melhor se sentirá mais à vontade com seu verdadeiro ser. Mudanças sempre são difíceis; esta é a natureza humana. Mas você passará a ter um senso de ordem mais fortalecido durante estes processos.

beijocas vampiricas*

A sombra do vampiro

O magista passará alguns dias passeando em um cemitério, preferencialmente meditando, entrando em níveis mentais mais sutis na própria necrópole. Lentamente, ele vai entrando no espírito do lugar, sentindo a morte, os corpos putrefatos, os espectros dos mortos, às vezes suas dores, angústias e alegrias de quando estavam vivos. Desse fervilhar infernal ele deve se tornar um observador; nem ser um membro desse festim, nem um antagonista.

Escutar a voz negra que brota de seu coração, a sombra, o seu demónio guardião — ele será o mestre desta operação. Essa comunhão infernal pode abrir as portas do limiar entre a vida e a morte. Cabe aqui uma análise, ou um conselho: este é um estágio da jornada, muitos podem querer fazer aqui sua morada, o que para mim é um erro. Obsessão, loucura e morte podem ser advindas pelo mau uso dessas energias; a fixação demasiada nelas é nociva.
O magista deve sempre testar qualquer ser que se apresentar. A forma fica ao seu bom senso, a tradição recomenda as correspondências da cabala. O método do qual faço uso baseia-se na cabala, mas acima de tudo na realidade física. As experiências mágicas mais verdadeiras sempre se fizeram acompanhar de manifestações físicas, as mais variadas, a que Jung chamou de sincronicidade.

Sua operação mágica deve causar mudanças sutis, mas palpáveis, sons, pessoas tendo sonhos com o que você fez, objectos ou símbolos que lhe surgem ou são destruídos, enfim, uma gama infinita. Mais uma vez o bom senso é a chave, pois chover é normal, mas dez minutos após você fazer um sigilo para chuva (em um dia de sol), é algo diferente. Isso foi feito por Austin Osman Spare, e com testemunhas.

Voltando aos preparativos do nosso ritual, este contacto com a sombra pode ser mais ou menos efectivo, mas uma coisa é certa: como o Sol está nos céus, ele estará presente na sua operação. Magia é ciência e arte, e todo magista terá um resultado único.

>Iremos agora tratar do ritual em si.

Por dias, de preferência ao entardecer, o magista vagará em um cemitério, fazendo o que já foi prescrito no princípio. O contacto com a sombra deve vir em sonhos ou visões. Estes devem ser anotados com riqueza de detalhes.

Esse contacto ocorrendo ou não, a invocação deve ser feita.

O ser imemorável, que habita as profundezas de meu ser, espectro negro, sombra da luz, reflexo de meu anjo.Verso e reverso do Universo, anjo que guarda o sagrado.Eu o invoco.O magista sente cada palavra e o influxo de poder do chamado.Depois, o magista proferirá:Zazaz, Zazaz, Nasatanada Zazaz.Nesse momento, ele imagina um pórtico se abrindo.

Após breves minutos, pronuncia:

C siatris insi cnila, cnila, cnila, odo cicle qaa.Após a pronúncia, ele anda até o norte e imagina fortemente o deus Seth, respira e juntamente com a entrada do alento o deus o penetra.Ele imagina-se sendo o deus Seth.

Então se volta para o sul e diz:

Invoco-te, tu que és eterna na noite,Amor e horror,O colo aconchegante e o leito da morte.Leite e veneno,O fogo, a terra, o ar e a água,O tudo e o nada.Te invoco com o sangue que está em minhas veias,com a vida que me deste, com a morte que me espera e a chama eterna do meu ser...Do sul surge uma deusa, que lembra Kali, Lilith, e o nome da deusa é Babalon.A visão é de uma mulher bela e sensual, mas de aspecto poderoso e sagrado inspirando medo e respeito.Ela permanece imóvel no sul.Ele anda até o centro e golpeia o ar com força dizendo:0 moribundo está morto agora, de seu corpo um novo universo é feito.

Ele enche o peito de ar e ao soltar o deus Seth se vai, e com ele a deusa. Após isso o vazio, a sensação de vazio deve ser sentida ao máximo. Nesse vazio brotará uma nova consciência.

Práticas como esta e a Missa da Fênix exigem que o praticante domine os rudimentos da Magia, rituais de expulsão, consagração e criação do círculo mágico, assunção das formas dos deuses e outras técnicas. Caso esse trabalho inicial não tenha sido encetado, não recomendamos o Ritual acima, o que não impede alguém de fazê-lo, mas o fará por sua conta e risco.

Quem quiser aprender os rudimentos da Arte deveria entrar para algum grupo ou Ordem, e a leitura de meu livro Rituais de Aleister Crowley é bastante útil. (vou ver se axo o dowload do liro)